FEIRA DE ARTESANATO, EM BALDIM.

FEIRA DE ARTESANATO, EM BALDIM.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

UMA GERAÇÃO DE FILHOS DE SÃO VICENTE





Professores e alunos, na porta da Pensão de São Vicente
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QUEM É QUEM?
Neste Sábado, 05.05.2012, passei uma tarde agradabilíssima e iluminada com a D. RAIMUNDA MARQUES ROSA(D. Ná), esposa de nosso saudoso JOÃO BATISTA ROSA, filha da terra como ele, professora, educadora dedicada, defensora fervorosa da educação e estava sempre na linha de frente lutando pelos interesses de nossa comunidade com a sua filha Lucinha. Foi uma prosa enriquecedora, fascinante, onde pude viajar no tempo e entender toda rica história que temos e que São Vicente desenvolveu ao longo desses anos em todas atividades, culturais, sociais e esportivas e saí desta visita com uma convicção ainda maior que a MÚSICA,  não pode parar,  que todos nós temos compromissos com nossos pais, avós e todos aqueles que imigraram para São Vicente, no início dos anos de 1900,  acreditando em dias melhores para todos aqueles que os descendessem. Fui agraciado com uma preciosidade que compartilho com vocês, que talvez seja a 1a. geração dos filhos de São Vicente, o começo de nossa existência. SÃO VICENTINOS, NÓS TEMOS HISTÓRIA, MEMÓRIA, IDENTIFICAÇÃO, não deixemos tudo isto que foi construído com tanto CARINHO, AMOR e TRABALHO venha a ser só passado. José Juliano Martins, filho do Peléia, de São Vicente.


COMENTÁRIO

Juliano, D. Ná, então Diretora do Ginásio da CNEC, lá pelos anos 73/74. Quando ouvíamos o barulho dos saltos dos sapatos de D. Ná pelo corredor da entrada do Ginásio, o respeito era tanto, que nada mais se ouvia, nem barulho, nem vozes de alunos, nada . Apenas se ouvia a voz do professor. E ela com aquela voz suave, cumprimentava a todos com um sorriso contagiante, passava pelos corredores, dirigia-se para a Diretoria e tudo corria na maior calma e disciplina. Nas horas cívicas , o Hino Nacional, era regido por ela. E todos tinham a obrigação de sabê-lo, como dizíamos de "cor e saltiado", e quantas vezes estudamos com os alunos todo o Hino, para sabermos sua interpretação. Motivo: Se em alguma Hora Cívica, D. Ná , perguntasse alguma coisa, estaríamos afiados, professores e alunos. Essa era a Diretora, mui querida , D. Raimunda Marques Rosa. Rosangela Efigenia Marques Ferreira 
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