FEIRA DE ARTESANATO, EM BALDIM.

FEIRA DE ARTESANATO, EM BALDIM.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

FLAVIO SCHULTZ TROMPETE MIb & ORGÃO



FLAVINHO E JUNINHO SCHULTZ, de São Vicente
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COMENTÁRIOS



Anônimo disse...
Que Maravilha! Parabéns Flavinho, mostra bem o DNA como foi aprimorado!
01/11/2011 15:08:00 
 
Anônimo disse...
Flavinho e Juninho Schultz, maravilhosos,de um bom gosto sem igual, com uma hombriedade e carater idem, com certeza tiveram berço p/tudo que são.
Que DEUS continue abençoando vocês e todos teus passos. Tenho muito orgulho de ser amiga de teus pais, de ser prima da mãe de vocês, e, de vcs terem nascido na mesma terra que eu. PARABÉNS.
05/11/2011 18:24:00 
 
Luizinho Soares disse...
É muito bom saber que a tradição musical da família Schultz terá sempre continuidade com os novos talentos. Sou amigo da família e sempre admirei a qualidade musical e a perseverança com que seus componentes buscam a boa execução dos instrumentos que dominam.Papai Alfredinho deve se sentir realizado e orgulhoso ao ver os filhos executarem com maestria a arte que Deus os ofereceu.
Dá gosto escutar e ver um Schultz tocar!
06/11/2011 10:16:00 


sexta-feira, 28 de outubro de 2011

DOMINGO ENCANTADO


Domingo Encantado
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CONVITE
A Prefeitura Municipal de Baldim e a Secretaria Municipal de Educação e Cultura convidam toda a população do município de Baldim para comparecer ao evento cultural "Domingo Encantado". O Coral Dom Silvério, de Sete Lagoas, fará duas apresentações no dia 06 de novembro, domingo, a primeira na Praça Central de Baldim, às 08:30h da manhã, e em seguida, a segunda apresentação, às 10:30h, nas escadarias da Igreja de São Vicente. Vamos prestigiar este evento cultural.






 Coral Dom Silvério canta em Baldim e São Vicente

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CORAL COMPLETOU 48 ANOS

O Coral Dom Silvério, fundado pelo professor e maestro João Lucas Rodrigues, completou 48 anos de vida, em 18/03/2011. A sede do Coral foi reformada para receber a comunidade para as comemorações. Foi iniciado um tríduo em honra a São José, padroeiro da instituição, na sede do Coral (rua José Duarte de Paiva, 431, Centro). Após a tradicional oração do terço, alguns palestrantes - todos ex-cantores do coral -  falaram sobre a história da instituição. Foi realizada, na Igreja de Santa Luzia, uma missa em ação de graças, onde o coro apresentou, dentre outras peças, a Missa Solene de São Miguel Arcanjo, de autoria do Pe. Georgius Braun, cantada em latim. O encerramento das comemorações aconteceu com um concerto de gala no Auditório do Colégio Dom Silvério. Sob a regência de Samuel Ferreira, os jovens cantores apresentaram algumas peças do variado repertório do Coral. ( matéria  atualizada e transcrita do Jornal Sete Dias, de Sete Lagoas)

CAPOEIRA NA PRAÇA DE BALDIM






APRESENTAÇÃO DE CAPOEIRA NA PRAÇA DE BALDIM
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UM SHOW DE CAPOEIRA
O Mestre de Capoeira, Douwer, apresentou na Praça de Baldim, um Show de Capoeira com seus alunos no evento do Dia das Crianças.  A apresentação contou com a participação de crianças e adolescentes de Baldim e Jequitibá, à partir de 4 anos. Vamos deixar aqui uma crítica construtiva.Nos próximos eventos deveríamos providenciar que a apresentação de Capoeira aconteça em local mais apropriado, observando a qualidade do piso, onde as crianças fazem os saltos e usar um cordão de isolamento para manter um espaço limitado e adequado para uma melhor visão do show. A prática da Capoeira deve ser incentivada entre os jovens como um esporte saudável e educativo. O Professor Douwer e a Clélia Reis formam uma dupla imbatível no que se refere à dedicação e a persistência nos empreendimentos que assumem. A Capoeira está aí, em pleno funcionamento, há 6 anos e  agora estão investindo na Ginástica para adultos, no Salão Cultural, todas as terças e quintas às 19:00h.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

UM MENINO EM SÃO VICENTE


 Praça Central de São Vicente
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UM MENINO EM SÃO VICENTE
por Ernane Duarte Nunes
Quando era menino, ansiava pelas férias em São Vicente. Era um tempo de aventuras e sonhos, muitos sonhos... Fui com meus pais aos 4 anos para Caetanópolis, terra maravilhosa, mas nunca me esqueci de São Vicente, exatamente por que lá eu podia fazer muitas coisas totalmente inadmissíveis na casa de meus pais.A começar da viagem em si. Tirando o fato de um rapaz magrelo e fracote como eu ter de caminhar com a mala pesada do centro de Sete Lagoas, no início da Monsenhor Messias (onde o ônibus do Cedro a Sete Lagoas tinha ponto final) até a estação ferroviária (onde era o ponto do ônibus que levava a São Vicente), tudo era bom. Íamos normalmente em ônibus do tipo monobloco, com motor na frente, ao lado do motorista. Esse motor era coberto por uma estrutura onde nos sentávamos e tínhamos visão total da paisagem de estrada de terra encascalhada, margeada por fazendas e lagoas. Mas o lugar mais esperado da paisagem era a ponte sobre o Rio das Velhas, impressionantemente estreita sobre um rio de águas pesadamente barrentas que, por várias vezes, em períodos chuvosos cobriam-na (até que um dia essas águas levaram a ponte embora). Era como se estivéssemos andando numa corda bamba sobre um precipício.A parada em Funilândia ou Jequitibá, dependendo do trajeto do ônibus em que viajávamos, era sempre interessante. Além da tradicional ida ao banheiro, havia um lanche de requeijão, de biscoito do tipo “boca de velho”, de polvilho ou daqueles antigos “quebra-quebra” com um café tão gostoso!... Outra parada que havia (quando íamos por Jequitibá) era em Baldim, na lanchonete do meu padrinho Domingos Barbosa. Aí era quando meus irmãos morriam de inveja, pois era só descer e dizer para ele “bença, padrim!”, que eu ganhava um doce e, de vez em quando, até um chocolate Diamante Negro ou Sonho de Valsa. Claro que eu tinha que dividir com meus irmãos (cada um dava uma mordidinha, controlada e medida com o dedo).Chegando em São Vicente, já sabíamos para a casa de qual tio cada um iria, considerando que não iríamos todos para a casa de um só, pois eram pobres, com famílias numerosas e muitas bocas iriam onerar o orçamento, até porque ficávamos sempre no mínimo uma semana. Mas não importava para onde iríamos: seríamos sempre bem recebidos, com aquele amor e carinho que sempre marcaram nossas vidas indelevelmente.Meu tio Divino e minha tia Cecília, que saudades deles! Brincávamos com o primo Desinho e ouvíamos as histórias maravilhosas e cheia de mentiras do meu tio Divino, irmão caçula do meu pai Tião que fazia aniversário no mesmo dia que ele (24 de fevereiro). Esse meu tio, mesmo com dificuldades para caminhar que acabaram o tornando definitivamente paralítico, era dono de habilidades fantásticas com as quais criou seus filhos e lhes ensinou diversas profissões: de artesão de couro, passando por serralheiro e também por pedreiro. Infelizmente, não conseguia largar o cigarro, o que seria um dos responsáveis por tirá-lo de nós.Minhas tias Té (Esther) e Dorvalina, severas como meu pai (irmão delas), mas com corações tão cheios de um carinho que transbordava e nos inundava. O chafariz, os quitutes deliciosos de tia Té, doces, cubus, bolos, biscoitos e a comida simplesmente inesquecível. Os picolés quadrados de formas de geladeira de Chica de Zezé Gonçalves que pagavam para nós com suas moedinhas sempre disponíveis. A habilidade de minha tia Dorvalina nos tricôs e seu olhar sereno, mesmo diante da dificuldade de ser paralítica, como meu tio Divino.Como é bom lembrar agora de meus primos todos, especialmente os de idade próxima a minha, como Zelito (que saudades! Deus o levou tão cedo...), o Vandinho, o Derson, o Desinho, o Luisinho Castelo Branco, o Willian Macaco... E os amigos do peito Nélson de Sô Dino, Paraná, Julinho Brioso e tantos outros. Jogávamos futebol nos campinhos diversos que havia por lá e ficávamos invariavelmente cheios de carrapatos, que tirávamos nadando nos córregos (que diziam infestados de xistose, embora nunca ficamos doentes disso nem vimos nenhum dos nossos amigos). As pescarias também eram memoráveis... Sempre voltávamos com o cambão repleto de piabinhas, carás e as deliciosas traíras. Caçar passarinho também era bom (embora hoje me lembre um pouco arrependido disso), pois as rolinhas que matávamos viravam saborosos petiscos preparados por minhas tias ou pelas mães de meus amigos.Na casa de tio Irênio (que não conheci, pois a morte o levou antes) tínhamos (e ainda temos, graças a Deus) a nossa queridíssima tia Divina, uma pessoa espetacular de quem nunca me esqueço em minhas orações. Mulher lutadora, que, mesmo perdendo o marido muito cedo, criou todos os seus filhos com muito amor e nos reservava o mesmo carinho. Sua casa fica na Copacabana, bairro que está entre dois córregos onde nadávamos e pescávamos.Tenho tantas histórias das férias de minha infância em São Vicente, que esse post é insuficiente para relatar. No entanto, ele serve para relatar minha saudade de tudo isso. Hoje vou tão pouco a São Vicente, atropelado pelo tempo inexorável, que nos absorve e que nos aliena. É preciso vencer essa lassidez que nos leva à acomodação no lugar comum da falta de tempo para tudo. Vou tentar isso, pois tenho consciência de que, se sou o homem que sou, devo muito a esse menino magrelo que passava férias em São Vicente.

Ernane Duarte Nunes

PERFIL DO ERNANE
 Prof. Ernane, é  filho do Tião Ferreira, (já falecido) conhecido eletricista da Fábrica de São Vicente, aquele mesmo que andava com um enorme alicate e uma chave de fendas enfiados na presilha da calça, que morava na rua de cima e tinha muitos filhos. Prof. Ernane faz narrativas emocionantes de sua infância em São Vicente. Hoje, ele mora em Caetanópolis, trabalhou na Cedro e Cachoeira, como seu pai, é professor, escritor e poeta. Quem quiser ler mais narrativas do Ernane, digite em Busca, no topo da desta página "A história do Soldado".




Ione,
É com prazer que lhe envio uma longa história que fez parte da minha infância e de meus irmãos, uma tradição oral que ouvi meu pai contar, com toda a simplicidade da sua linguagem, e de que vou recordar, procurando contá-la do jeito que ouvi e de que me lembro. Pode ser que você ou pessoas como o meu padrinho Domingos Barbosa (que era primo de minha saudosa mãe Raimunda) a conheçam. Ela é um pouco grande e meu pai costumava contá-la por partes, despertando em nós a curiosidade pelo que viria no dia seguinte. A teatralidade de meu pai era algo marcante e isso reforça o valor que essa história tem para todos nós, como símbolo da saudade que nos açoita. Ao final, deixo uns versos tolos que tentam mostrar isso.(Prof. Ernane)






Anônimo disse...




Que emoção ao ler este texto. Momentos diferentes e sensação semelhante. "Nós saimos de SV, mas ela (seu povo, seus costumes, suas histórias) não saem de nós!" Parabéns pela narrativa, tenho certeza que sua família tem orgulho de vc ("Menino magrelo" rs)


The EDN disse...


Obrigado pela republicação do texto, dona Ione. ao anônimo, fico grato pelo comentário. Se quiserem ler mais de minhas publicações na WEB, basta acessar os blogs:
 Poetopias (http://theednpoetopias.blogspot.com/
 Os Invicioneiros (http://www.osinvicioneiros.com.br/)
03/11/2011 15:01:00 

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

PROJETO COMUNITÁRIO ARTE NA PRAÇA


Segundo Evento do Projeto Arte na Praça
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PROJETO ARTE NA PRAÇA ANUNCIA SEU PRÓXIMO EVENTO
O Projeto Comunitário Arte na Praça está de volta para anunciar seu próximo Evento de Natal, que já tem data marcada para o dia 17 de dezembro de 2011. Como é um Projeto Comunitário 
não vamos ficar aqui fazendo suspense ou preparando surpresas, temos mais é que divulgar o que estamos planejando e contar com a participação de toda a comunidade.
Pretendemos fazer um Evento diferente este ano, estamos estudando a possibilidade de encenar uma peça de Teatro e fazer um Presépio na Praça. Oportunamente, estaremos convocando os artesãos, artistas e voluntários para trabalharmos juntos na organização do Evento de Natal.
Lembramos que o Projeto Comunitário Arte na Praça, completa 1 ano e nada teria sido feito sem a participação da comunidade. O sucesso de seus eventos se deve a união de todas as pessoas da comunidade, sem preconceitos políticos ou religiosos e o apoio e  suporte  da Prefeitura Municipal. É o povo unido fazendo acontecer. Ione, editora do Blog

terça-feira, 25 de outubro de 2011

BOAS NOTÍCIAS


Praça do Cemitério de Baldim
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 CAPELA VELÓRIO DE BALDIM
Baldinenses estão se mobilizando para a construção da Capela Velório de Baldim. Oportunamente, vamos divulgando aqui no Blog o andamento das primeiras providencias a serem tomadas, sugestões para angariar fundos, doações, comissões a serem formadas, acordos, etc.
Contamos com a participação do Poder Público, das Igrejas e da  Comunidade em geral para a construção da nossa Capela Velório, que se faz necessária e urgente e que vai atender a todos, sem distinção ou preconceitos.
Consideramos que é normal que os comentários gerem especulações sobre a construção da Capela Velório. Vamos publicar os comentários sobre o assunto com o objetivo de informar  todo o processo, desde o início. Já que é um projeto comunitário, em que todos vão participar de alguma forma, é justo que sejam informados de tudo. As sugestões para angariar fundos continuam em aberto, serão analisadas e discutidas oportunamente.Ione, editora do Blog



domingo, 23 de outubro de 2011

CELEBRAÇÃO DO BOM TRABALHO DOS PROFESSORES

 
Baile dos Professores
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CONFRATERNIZAÇÃO
Neste sábado, 22/10, aconteceu o Baile dos Professores, que teve o músico Henrique Simão, de São Vicente, abrilhantando o evento, com sua coletânea de músicas dos anos 60, 70 e 80. O evento foi uma promoção da Secretaria Municipal de Educação que, na edição deste ano, resolveu proporcionar aos profissionais da Educação e outros amigos um momento de descontração e agradável oportunidade de lembrar os tempos dos bailes em Baldim. A cada ano, a SME elabora uma forma de demonstrar aos educadores municipais algum tipo de festividade, que celebre os esforços da equipe da Educação Municipal, que tem apresentado excelentes resultados, conforme resultados dos exames externos, feitos pelo Governo Federal e Estadual. E, nada mais merecido do que dar a estes competentes funcionários um momento de celebração a altura do desempenho deles. Na oportunidade, foi oferecido um jantar e brindes aos presentes, como agrado pelos bons trabalhos realizados pelos profissionais que atuam nas escolas do município. A todos eles, novamente aqui, os parabéns pela dedicação e por abraçar uma carreira tão nobre.

CRISTO REDENTOR QUER IR PARA BALDIM

 
Cristo Redentor abençoa Baldim
(foto montada por Luizinho Soares)
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IMAGEM DE CRISTO FAZ APELO AO PREFEITO
 por Luizinho Soares
No sábado (22/10), eu e minha esposa estávamos viajando para Baldim, saindo de BH rumo a Sete Lagoas, pela BR 040. Uma chuva fina e o grande volume de veículos nos obrigavam a dirigir com mais cautela do que o habitual, mantendo uma velocidade compatível para aquelas condições de trânsito.
Tudo transcorria na mais tranquila normalidade, até que minha esposa deparou com algo que chamou a atenção dela, às margens da rodovia, a poucos quilômetros após a Ceasa. Ela me questionou o que aquele ser inerte, de aproximadamente 3 metros de altura, de braços abertos, contrastando seu corpo de cor alva com o prenúncio da noite que caía lentamente, fazia naquele lugar.
- O que foi? Perguntei à minha esposa.
Ela assustada quis saber se não daria para voltar àquele ponto que ficara para trás. Neguei, pois o próximo retorno estava a alguns quilômetros à frente. Naquele momento, eu ainda não sabia de que se tratava. Mas ela explicou:
- Você não viu, mas uma grande imagem do Cristo Redentor, branca, estava à beira da estrada, estampando uma faixa com as inscrições “IVAN DINIZ, ME LEVA PARA BALDIM!”.
Fiquei sem saber se compensaria voltar para investigar o assunto, mas isso não ocorreu. Agora, sei que deveria ter voltado, pois poderia ter conseguido uma foto daquela figura e, de quebra, saber o porquê de ela estar ali, impassível e implorando uma atitude de nosso Prefeito.
Mas ainda estou a ‘matutar’: Será que o Cristo Redendor estaria à beira da estrada aguardando uma carona na comitiva do Prefeito, quando esta passasse por ali? Ou quem sabe aquele Cristo Redentor estaria se candidatando a símbolo do cristianismo baldinense e se instalaria no morro mais alto da nossa cidade?
Imaginei aquele Cristo Branco lá no alto, iluminado por holofotes, em um pedestal ao lado da estrada que dá acesso à Quebra Perna, logo na saída de Baldim, de onde vislumbraria toda a cidade e todos o veriam. O Cristo Redentor ficaria bem “na fita” e se transformaria em ponto turístico do município.
Como ninguém soube me explicar, talvez, os leitores do Blog possam me esclarecer quanto ao fato citado. Estou aguardando...
Luizinho Soares


ATENÇÃO:
O texto acima é a narrativa de um fato, sugerimos que, se alguém passar pela BR040, no local citado e puder tirar uma foto, mande para o Blog.



Prof. Marcio Antonio dos Reis disse...
Luizinho, o proprietário da empresa que faz aquele tipo de escultura conheceu o prefeito de Baldim em um evento e como lá, ele não conseguiu concretizar sua venda resolveu colocar aquele anúncio para ver se com isso sensibilizasse os munícipes, que por lá passassem, a pressionar, no bom sentido, o prefeito, a adquirir aquela escultura para Baldim, na verdade é puro marketing. Mas não deixa de ser uma boa pedida. 24/10/2011 09:30:00



Anônimo disse...

Há muito este fato me intriga... sempre fiz e faço o percurso e me questiono sobre o que seria. Conversando com um morador de Baldim (devido a minha inquietação), fui informada que o prefeito havia feito uma encomenda do Cristo para presentear a cidade e como não havia se manifestado e/ou buscado o artista se sentiu no prejuízo. A sua alternativa foi pela placa. Verdade ou mentira, só sei que há meses que esta faixa está exposta. Vergonha ou propaganda para o município. Seria interessante se fosse feito uma foto e uma entrevista com o artista, sobre as reais intenções do protesto!


sábado, 22 de outubro de 2011

E AÍ, DE NOVO, CADÊ A FESTA DO DOCE?

 Festa do Doce de Baldim
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 POR QUE NINGUÉM FALA MAIS EM  FESTA DO DOCE?

Em 22 de outubro de 2011 20:30, Paulo Santos <paulodosantos2003@yahoo.com.br> escreveu:
oi Ione tava vendo seu blog e queria uma informação sua,queria saber se a festa do doce ou doce folia 2011 já aconteceu esse ano se não tiver acontecido queria saber se vai ter e quando seria? aguardando.
Oi Paulo,
vou aproveitar a sua pergunta para abordar este assunto, nós também estamos aguardando, o fim do ano de  2011 está chegando e nada de Festa do Doce ou Doce Folia. Pelo jeito a festa popular mais querida da cidade não vai acontecer este ano. Uma boa hora pra cobrar da Prefeitura e das Fábricas de Doces uma resposta ao povo. As Fábricas de Doces estão aí, a todo vapor, deixando passar batido uma boa oportunidade de divulgar seus produtos e a Prefeitura de incrementar seu turismo.  Na verdade, é lamentável que um município de 8 mil habitantes, que contém 5 Fábricas de Doces, não se mobilize nem em causa própria, em função de uma politicagem pequena e antiga.Vamos continuar aqui, literalmente, batendo na mesma tecla, até que um dos lados desta politicagem, veja esta cidade a longo prazo e não de 4 em 4 anos. Se um dos lados desta politicagem criou a Festa do Doce, o outro lado, quando está no Poder, deveria fazer disso uma competição e fazer a sua Festa do Doce melhor do que a do mandato anterior. E as Fábricas de Doces, se fossem mais espertas estariam apoiando estas festas independente de quem estivesse fazendo, em causa própria. Infelizmente, vamos continuar chamando o que os políticos de Baldim fazem, de “politicagem”, no sentido pejorativo mesmo, porque fazer “Política” é muito mais do que isso que estão fazendo. A palavra Política vem de Povo, enquanto o povo não estiver incluído nas decisões econômicas do Poder Público, as comunidades estarão destinadas eternamente ao marasmo social. Ione, editora do Blog.

 

PROJETO SOLETRA BALDIM


Os campeões do Soletra Baldim
Wender, Janine e Erika
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PROJETO SOLETRA BALDIM
Os alunos da Rede Municipal de Ensino,  participaram do PROJETO SOLETRA BALDIM, tendo como principal objetivo o incentivo ao domínio da Língua Portuguesa. O Evento aconteceu hoje, dia 21/10/2011, às 8:00h,no Salão Paroquial,  com a presença dos colegas de turma, familiares e parte das comunidades escolares de Baldim, Vargem Grande, Sumidouro, Mucambo e Amanda, localidades em que as Escolas tem turmas de 4º e 5º ano do Ensino Fundamental.Terminou  hoje a 1ª etapa do Concurso Soletra Baldim, que se iniciou nas salas de aula, treinando os alunos inscritos. Foram selecionados 15 alunos dos 150 inscritos das Escolas Municipais de Baldim, sob a orientação das coordenadoras das Escolas e as professoras de 4º e 5º ano. A Banca  Examinadora foi composta pelas coordenadoras das Escolas, Shirley, supervisora da Rede Municipal de Ensino, Rafael  França, Regente da Fanfarra, Henrique Barros, Professor de música, e Rafael Rosa, Professor de Português.  O Secretário de Educação, Marcio Reis, e a Diretora de Educação, Scheyla Bastos e a Supervisora da Rede Municipal de Ensino, Shirley, fizeram a entrega dos prêmios aos vencedores . Em 3° lugar, um celular Nokia para o Wender Felipe Mendonça, de Mucambo, em 2° lugar, uma fimadora digital para Erika de Assis, de Amanda e em 1° lugar, uma bicicleta Cross para Janine Barbosa Torres, de Baldim. As coordenadoras do Concurso,Paula, de Baldim, Ederlene, de Amanda e Ruth, de Mucambo, receberam um troféu do Projeto Soletra Baldim.  Parabéns a Secretaria de Educação por esta iniciativa, ao trabalho dos professores, aos vencedores do Concurso e aos patrocinadores, Navarro e Véio, que doaram a bicicleta.






 Marcio Reis, Scheyla Bastos, Paula, Ederlene e Ruth
Coordenadores do Soletra Baldim
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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

A MORTE NÃO ESPERA NEM MANDA RECADO


As ruínas do  Clube Social MIDLAB
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 CONSTRUÇÃO DA CAPELA VELÓRIO DE BALDIM
A população de Baldim também não vai esperar e nem mandar recado para a Administração Pública sobre a construção da Capela Velório na cidade. Literalmente,  a população já não tem onde cair morta, há muito tempo, e isto é uma questão de respeito e de dignidade humanas. As pessoas passam uma vida inteira trabalhando, pagando seus impostos e na hora da morte, seus parentes e amigos, que continuam aí, pagando seus impostos, não tem um espaço digno e adequado pra velar seus mortos. Capela Velório, hoje, é questão de Saúde Pública, de Vigilância Sanitária, não é luxo. Os mortos devem ser velados em ambiente adequado, todos sabemos disso, ou vamos continuar velando nossos mortos, em casa, como há séculos atrás.  Como “a morte não espera nem manda recado” e não podemos contar com a Administração Pública para construir nossa Capela Velório, vamos iniciar aqui uma campanha de sugestões que deverão ser colocadas em discussão pela comunidade. Por exemplo, as ruínas do antigo Clube Social de Baldim, o MIDLAB estão aí dando problemas sociais e de saúde aos seus vizinhos. Vamos convocar os proprietários deste que já foi um espaço para festejar a vida de uma geração de jovens baldinenses, com festas e bailes, vir a ser um espaço digno de descanso em paz para esta mesma geração. Aguardamos que os proprietários do MIDLAB tomem a iniciativa de se mobilizarem e se manifestarem a respeito dessa sugestão, da viabilidade ou não de fazerem a doação do espaço para a construção da Capela Velório de Baldim. O Blog abre espaço para esta campanha de sugestões. Participem. Ione, editora do blog.



Anônimo disse...
Uma cidade que vela os seus mortos em lugares inapropriados, é uma vergonha.
A construção da Capela Velório é uma atribuição de competência, exclusiva, do poder público, quer seja pelo fato de envolver a gratuidade, quer seja por ser uma questão de saúde pública, em face da aglomeração de pessoas em um espaço inapropriado e a utilização, desse mesmo espaço, para outros fins ao término do velório.
Um serviço básico que bem poderia ser oferecido pelas próprias empresas que atuam nessa área, as funerárias, todavia a responsabilidade primeira é mesmo do município onde as pessoas moram, trabalham e contribuem com impostos.
Um espaço a ser utilizado por toda a comunidade, gratuitamente, em um momento onde a dor não pode ser aplacada, mas, também não precisa ser sobrecarregada com problemas como o de não se ter um local, adequado, para velar um ente querido.
A existência de uma capela velório, por si só, não irá aplacar a dor de ninguém, mas, certamente, minimizará o sofrimento por que passam os familiares atualmente, tendo que sair, de porta em porta, tentando encontrar um lugar para velar as pessoas que amam.
A morte física é uma necessidade da vida, é um imperativo da vida biológica. Esperamos, todos, que o momento de precisarmos da Capela Velório custe muito a chegar... Mas quando esse momento, inevitavelmente, chegar, que a Capela esteja lá! Aberta a todos, sem qualquer discriminação. Um momento de dor... Sentido com dignidade!

COMENTÁRIO
Seria irônico, se não fosse trágico. Recentemente, faleceu o Totô, católico praticante, foi velado na Igreja Batista. O Pastor Rubens recebeu de bom grado um devoto da Igreja Católica.E lá foi o Padre Gislei, na Igreja Batista, fazer suas orações com a família, também dividida entre as duas religiões. Ao final da cerimonia, Padre Gislei agradeceu ao Pastor Rubem por ter recebido um devoto da Igreja Católica na sua Igreja. Quando Baldim tiver sua Capela Velório, que é, por direito do contribuinte, um espaço público e gratuito, todos poderão usá-la e praticar seus cultos sem constrangimentos.O que leva a crer que todos os caminhos levam a Deus.Ione, editora do Blog.

BALDIM NÃO TEM CAPELA VELÓRIO

 
 Capela Velório de São Vicente
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 Capela Velório do Mucambo
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(BALDIM NÃO TEM CAPELA VELÓRIO)


Capela Velório de Baldim
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FALTA DE RESPEITO
Mais um acontecimento vergonhoso para Baldim!!!
Desta vez, duas pessoas falecidas no mesmo dia. Uma velada na própria casa, outra num poliesportivo.
Não ter um lugar adequado para velar os mortos, na minha opinião, significa uma grande falta de respeito e consideração para com as pessoas. Infelizmente, parece não ser o mesmo sentimento dos políticos que governam nossa cidade! Parece que eles não ouvem o clamor do povo, não se interessam pelas  reais necessidades da coletividade. Fazem obras que interessam a eles. Mas o que o povo pede, eles fazem questão de não o fazer.
Será mera incompetência administrativa? Ou será falta de vontade mesmo?
De fato, estou convencido de que ninguém pode exigir de outrem o que não pode dar. Por que não falam a verdade? Se disserem abertamente que não irão construir o velório municipal, a comunidade vai tomar suas providências.
Mas as falsas promessas se estendem infinitamente. Quantas vezes pedirmos à administração municipal uma data para iniciar as obras, tantas datas nos serão dadas.
Até quando???
Pe. Gislei Roberto M. Teixeira



COMENTÁRIO

Velório Municipal de Baldim?Quero ser solidária ao artigo ou “desabafo” do Padre Gislei em relação ao Velório Municipal.Porque construir um espaço para velar os mortos? Seria, apenas, uma exigência da saúde pública? Não, com certeza não é apenas por isso! Mas, penso que, essa obra, passa por atender ao sentimento humano: direito de um espaço reservado, apenas, para despedida de um ente querido. Como diz a escritora Lya Luft “... a idéia é poder dividir, com o maior número de pessoas possíveis, seus pensamentos de dor e saudade...”. “...um chamado a encontrar a vida, quando a morte se faz presente...”.Sou testemunha de pelo menos dois anos de luta, incansável, (ainda bem que incansável) do Padre Gislei para a construção da Capela Velório. Em suas pregações, visitas às comunidades, visitas ao Poder Público, inclusive Câmara Municipal, eventos, reuniões, etc... Por várias vezes tivemos na Câmara Municipal, onde nos foi dada a oportunidade de expressar nossas ansiedades e angústias em relação à necessidade da construção do Velório Municipal. Ali, tentamos sensibilizar nossos vereadores, Secretário de Obras Públicas, Secretário de Saúde. Naquele momento, deixamos registrados na Casa, o nosso VOTO de confiança e nosso VOTO de credibilidade.No próximo ano, teremos as Eleições Municipais, e nosso “VOTO DA ESPERANÇA” cresce, confiante de que algum candidato assuma, em seu programa de governo, o compromisso inadiável da construção do Velório Municipal de Baldim. É hora de fazermos uma corrente em busca desse direito. Todo mundo sabe que a vida é uma sucessão de perdas, mas poucos sabem que uma das piores perdas é a perda da dignidade.

Jacinta Maria de Souza

21/outubro/2011


COMENTÁRIO
Quando li o texto do Pe. Gislei não tem como não ficar indignada.É um absurdo como os Politicos tratam as pessoas que os elegem. Baldim que eh conhecida como Cidade do Doce vive uma situação amarga e humilhante quando perdemos uma pessoa querida. Pe. Gislei pergunta: Até quando? Eu pergunto: Por que não? por que ainda não foi construida essa Capela. Politico ou parente de politico ai de Baldim não morrem? O cemiterio em si já eh uma vergonha não tem espaço. Olhe que isto tudo ai foi terreno doado pela Igreja, pelo menos era o que me diziam. Vamos gente, não vamos nos acomodar: liguem, escrevam, telefonem para a  Prefeitura, para a Câmara Municipal. Todas as vezes que encontrar com um deles cobrem. Oh, Senhor Secretario de Obras? (não sei se é esta a secretaria) Até quando? Mãos a obra já. Eh vergonhoso tratar com tamanha falta de respeito as pessoas num momento tão doloroso. Marta Dias, Florida - USA
Anônimo disse...
Sabemos que muitas obras são de responsabilidade do poder público, inclusive a Capela Velório, no entanto, muita discussão vem acontecendo, com promessas e projetos...nada até o momento ! Quando falamos da força da comunidade baldinense, podemos nos espelhar nas citadas comunidades de Mucambo e São Vicente, são exemplo, não esperaram pela iniciativa do poder público.


COMENTÁRIO


Com toda certeza, houve um movimento que contou com a ajuda de todos da comunidade.
Lembrando um pouco o quanto a comunidade de Baldim tem força, solidariedade e mais , basta fazer uma retrospectiva ao grande movimento que aconteceu por ocasião da reconstrução da Matriz de "São Bernardo" e, ainda hoje, pela belíssima obra da reforma do Salão Paroquial. Ainda assim, podemos acreditar que não temos forças ?????????? Vamos deixar de lado o pessimismo, e juntarmo-nos as idéias do lider espiritual-Pe.Gisley, na busca por uma SOCIEDADE UNIDA E FORTALECIDA.
22/10/2011 18:08:00

terça-feira, 18 de outubro de 2011

JUNTOS PELA PAZ SOCIAL






Polícia Militar de Baldim


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SEGURANÇA PÚBLICA



Boa tarde a todos,
Descobri este blog recente, todos os assuntos inerentes à Segurança Pública, podem ser tratados diretamente no Pelotão PM Baldim, ou ainda podem ser feitas denuncias anônimas, doravante iremos acompanhar também este blog. Todas as denúncias serão verificadas. Infelizmente não podemos ser onipresentes e contamos com a colaboração da sociedade. Os telefones são o 190, amplamente conhecido, o celular da viatura, 84947598 e ainda temos o 181.Contamos com todos para promovermos a Paz Social, juntos construiremos um ambiente tranquilo pra se viver.
Comandante Grupamento PM Baldim
Marcelo Henrique, Sargento PM
17/10/2011 15:16:00



Boa noite,
Certamente, toda a população de Baldim, São Vicente, e demais localidades pertencentes ao município de Baldim, podem contar com o trabalho da Polícia Militar. Sempre que precisarem estaremos a disposição.
Marcelo Henrique, Sargento PM
Comandante Grupamento PM, Baldim

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

D. LISAURA BASTOS FAZ 100 ANOS


D. Lizaura Bastos completa 100 anos
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A FAMÍLIA BASTOS ESTÁ EM FESTA 
 D. Lizaura Reis Bastos recebeu sua grande família para comemorar seus 100 anos de vida.
D. Lizaura  reside atualmente em Sete lagoas.  


D. Lizaura e familiares
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sábado, 15 de outubro de 2011

O CRISTÃO E A POLÍTICA


Padre Gislei abençoa carreata de São Bernardo
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O CRISTÃO E A POLÍTICA

No próximo ano teremos eleições municipais. Quanto mais se aproxima o dia decisivo do voto, mais aumenta também a tensão entre os candidatos e entre aqueles eleitores mais inflamados. No entanto, a verdade é que as eleições já começaram! Os partidos buscaram novas filiações, alianças partidárias estão sendo estrategicamente pensadas e até nomes de possíveis candidatos já começam a aparecer.
O que a Igreja católica tem a dizer a respeito da participação dos cristãos na política? Como orientar os cristãos sobre esse assunto, que se torna tão polêmico às vésperas das eleições, mas em seguida logo cai no esquecimento e os eleitos exercem o mandato como querem?
Nas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (2011-2015), podemos ler: “Incentive-se cada vez mais a participação social e política dos cristãos leigos e leigas nos diversos níveis e instituições, promovendo-se formação permanente e ações concretas” (DGAE 115). E, mais adiante, continua: “Como cidadãos cristãos, cabe nos empenharmos na busca de políticas públicas que ofereçam as condições necessárias ao bem-estar de pessoas, famílias e povos” (DGAE 116).
Nesse ponto, temos pecado muito por omissão. Não preparamos pessoas cristãs competentes e honestas para exercer cargos públicos da maior importância. Infelizmente acabamos votando em pessoas que não têm o menor compromisso com o bem comum, por isso administram privilegiando alguns poucos, enquanto o que é de interesse da coletividade fica em segundo plano ou completamente esquecido. Precisamos mudar esse quadro!
Cristão comprometido com sua fé deve ser também um cidadão comprometido com o bem-estar da sua cidade.
Pe. Gislei Roberto M. Teixeira





Ione Alvares Abreu disse...

Padre Gislei, o seu retorno ao Blog é sempre bem vindo e sua participação é muito importante, não só por dar-lhe credibilidade, mas pela sábias palavras que levam a comunidade a reflexão. Neste ano de eleição, vamos fazer o melhor que pudermos, para que este Blog continue fazendo um serviço de utilidade pública e levando a comunidade a exercer seus direitos de cidadania, dentro das normas de respeito ás pessoas.Contamos com seu apoio, obrigada. Ione, editora do Blog.








quinta-feira, 13 de outubro de 2011

REDE MINAS TRILHANDO OS SABORES DE BALDIM



A equipe de gravação da Rede Minas
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REDE MINAS VEIO  DESCOBRIR OS SABORES BALDINENSES
Dia 11/outubro/2011, a Rede Minas, emissora de televisão pública educativa e cultural do Estado de Minas Gerais, veio a Baldim para realizar gravações do Programa Trilhas do Sabor enfocando nossas delícias, os doces e a cozinha baldinense. O programa é na verdade uma viagem pela Gastronomia Mineira com suas tradições, cultura e saberes. Com isso, este programa contribuirá e muito para promover nosso município turisticamente, culturalmente e por que não dizer economicamente. Na oportunidade foram entrevistados o Sr. Milton Bretas, proprietário da Fábrica de Doces Famoso, a primeira indústria de doce instalada no município, que mantém o alto padrão e a qualidade de seus doces derivados de leite e frutas. Apesar de existirem inúmeras indústrias de doces no município e de sucos, e que tem na sua produção produtos de elevada qualidade, que se encontram espalhados por todo o território brasileiro, demonstrando que de norte a sul são  reconhecidas estas delícias aqui produzidas, o programa focará a pioneira que representará muito bem as demais.Além da industria foi também entrevistada nossa doceira mais solicitada da cidade, Dona Tereza, como é por todos conhecida. Ela estará representando as várias doceiras de nosso município, que há anos fazem dos doces caseiros um dos sabores mais típicos mineiros e que são o encanto de qualquer sobremesa. Outra figura ilustre a ser entrevistada será o Chefe de cozinha, Joaquim Barbosa, cozinheiro de mão cheia e que serve no seu restaurante a comida típica mineira baldinense. Outro fato que torna o Joaquim Barbosa tão requisitado é sua paixão pela história do município, muito bem retratada nas paredes de seu restaurante,  com fotos antigas, e na sua prosa, recheada de causos da nossa gente.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

RESPOSTA DE SONINHA PARA TON


Ônibus da Empresa Irmãos Rosa
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COMO ACONTECIAM AS ROMARIAS DO JONAS
 Oi Ton , desculpe a demora. Realmente tornei-me fã do blog, instrumento com o qual, temos acesso à tudo que acontece na cidade natal, mesmo estando ausente. Parabéns à vocês! Como o principal objetivo do blog é narrar fatos, histórias, pessoas da cidade, vou relatar um pouco da trajetória de papa, um homem que gostava muito de Baldim. Nos seus planos, estava o retorno para a cidade, infelizmente foi feita a vontade de Deus e não a sua, porém, Baldim foi a sua última morada. Jonas Martins Carvalho, natural de Santana do Pirapama, viúvo (com uma filha) casou-se com minha mãe Dorvalina, natural do João da Costa, da família dos Sena, sobrinha da dindinha Juca (a vó materna do Ton). Eles tiveram 09 filhos (05 mulheres 04 homems). Ele era dono da CASA DE FERRAGENS, que ficava ao lado do bar do seu Geraldo Barbosa (avô paterno do Ton); e o cinema ficava nos fundos.Trabalhava também como miçangueiro, juntamente com Zezinho Soares, amigos e compadres. Era um homem simples, honesto, rigoroso  mas, muito cuidadoso com a família. Muitíssimo religioso, auxiliava o Padre Raimundo nas arrecadações das festas (enquanto ele contava as moedas, ninguém podia chegar perto). Sua única diversão era jogar truco com Sr.Quinzinho Bastos, seus filhos, Chiquinho e Tavinho, João do Padre, Zezinho Soares e outros, sempre tinha hora para terminar.Chamado por alguns de Joninha, por ser baixinho (sua estatura era de 1,55m, igual a minha), mas, como tamanho não é documento, como diz o ditado popular, sempre foi muito respeitado. Através do Padre Raimundo, que foi à Aparecida, na época conhecer a imagem de Nossa Aparecida, ele entusiasmou-se e iniciou assim a organizar romarias no início da década de 60. Iam pessoas de outros municípios e distritos vizinhos. Era sempre no mês de Julho, na véspera das viagens,  a nossa casa vivia cheia, pois, muitas pessoas dormiam, outras chegavam de madrugada para pegarem o ônibus que pertencia à Empresa Ribeiro, dos irmãos Ribeiro ( Nelson, Nedir, Doca), naquela época, a viagem durava umas 18 horas. Não podemos esquecer do seu Zé de Sotão, o padeiro, ele fazia sacos de biscoitos de polvilho, biscoito fofo (que ficou na saudade), para servir na viagem. Papai também fazia especiais para Conceição do Serro e Curvelo, pois, era devoto de S. Geraldo (depois de Nossa S. Aparecida). Em 1976 mudamos para Sete Lagoas, contra a vontade de todos (inclusive a dele, mas, fazia-se necessário, pois, família numerosa em cidade pequena, com poucos recursos, principalmente na educação, não seria nada fácil). Mesmo assim, ele continuou com o especial para Aparecida. Recordo-me Ton, do ano em que você veio com a dindinha Juca, para ficar aqui em casa, pois, desde Baldim, todas as vezes que mamãe ia junto com ele, era ela quem ficava com a gente. Quando papai confiava em alguém, confiava mesmo. A última viagem que ele organizou foi em abril de 1995, pois, no dia 08 de junho, ele veio a falecer; sendo que já estava planejando e organizando a próxima viagem para o mês de julho. Cremos que ele foi em um momento de paz, pois, alguns dias antes (pouco depois da morte de José Antonino) a qual ele demonstrou muita tristeza, ele disse que, se Deus o levasse naquele instante, iria satisfeito, pois, havia cumprido o seu dever de pai de família: os filhos criados e independentes. Sonia e família.




TRAVESSURA
Oi Soninha, muito bom ver sua resposta! Que saudade daqueles dias, ao ler me lembrei de uma travessura no dia em que estávamos indo para sua casa, eu muito alegre porque ia "viajar" láááá pra Sete Lagoas, tinha mais de um especial naquela data, fiquei entrando em todos os ônibus e sei que desapareci um pouco das vistas da minha vó, e desci do ônibus e voltei em casa, quando minha vò imaginou que eu havia partido em um dos especiais que saiu primeiro, arrumou um chororô, só, quase que eu apanho da minha mãe. Tenho certeza que vc deve ter muitos mais casos pra contar e venha enriquecer o blog cada vez mais. Obrigado! Ton
Por Anônimo em RESPOSTA DE SONINHA PARA TON em 12/10/11



ENTRANDO NA CONVERSA...
Oi Soninha, esperamos que este seja o primeiro de uma série de causos que você tem para nos contar daquele tempo. Estamos deixando aqui um registro das histórias daquele tempo e de hoje também, para que não se percam no esquecimento. Vale qualquer assunto, imagino quantos romances começaram ou terminaram nestas viagens, quantas travessuras inocentes ou não, aconteceram, como a do Ton. Vamos escrever juntos a história de Baldim, uma historia cheia de historinhas. Ione, editora do Blog.

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