O DIA DAS CRIANÇAS NO BODOCÃO, EM BALDIM.

O DIA DAS CRIANÇAS NO BODOCÃO, EM BALDIM.
ROGERIO DO BODOCÃO FAZ FESTA PARA AS CRIANÇAS DE BALDIM, COM BOLO, PRESENTES E MUITAS BRINCADEIRAS.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

DEPOIMENTO EMOCIONADO


Salão Paroquial e Igreja de São Vicente
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  COMPORTAMENTO LAMENTÁVEL DOS JOVENS

Sabemos que droga existe em qualquer lugar mas o Funk o som auto, não só dos carros mas também dos celulares tocando funk a todo volume que atraem um monte de cabeças vazias que ainda não estão formadas, emburrecendo-as cada vez mais. Basta quem quiser pegar um onibus escolar que roda pelo município e comprovar o abuso e a falta de respeito, alunos quem vem das roças ouvindo funk no ônibus e se quer entram na escola, quem quiser ver é só ir pra São Vicente no horario de 17:30 na porta da escola quando chega o transporte de Vargem Grande e Vila Amanda e uma boa parte dos alunos vão pra traz da igreja matriz fumar maconha. Isso é real acontece todos os dias e tem mais, quem diz que gosta desse movimento é por quê não vive no Cerradinho e vê todos os dias o trafico feito por adolescentes com menos de 16 anos, não vê a policia atuado constantemente, já que esses meninos funkeiros são levados apreendidos pra Sete Lagoas e no mesmo dia estão de volta com os bolsos ainda mais cheios de maconha, crak, e cocaína e com um monte de celulares novos com som cada vez mais potentes, não vê as mães que surpreendentemente tem que sair de suas casas por quê não aguentam mais a falta de respeito e o som alto dos filhos e isso não é lenda ja aconteceu outras vezes e aconteceu na ultima semana, não vê meninas com menos de 13 anos perdendo a virgindade por que levam a serio o que a musica diz " abre as pernas e vem kicando" ou "senta senta senta" ou "eu vou largar minha casa e vou morar no cabaré, lá eu fico a vontade rodiado de mulher" isso toca o dia inteiro pela rua e mesmo que uma pessoa não goste é obrigado a escutar inclusive os filhos. Também concordo que tenha que haver um lugar especifico pra este tipo de movimento, mas que seja bem longe daqui, no fim do mundo. Anônimo11/05/2012 14:15:00



Escola Estadual José Ribeiro - Baldim
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CABEÇAS PENSANTES BUSCAM SOLUÇÕES

O Diretor Zito apresentou na Reunião da Câmara uma boa sugestão para o problema dos alunos que ficam nas ruas no horário escolar. Os alunos entram no ônibus para virem à Escola, descem na porta da Escola e vão direto pra rua. Quando terminam as aulas, eles entram no ônibus e voltam para casa. Enquanto isso, os pais acham que os alunos estão na Escola e os professores acham que os alunos não vieram à Escola, mas eles estão nas ruas. A sugestão do Diretor Zito é que todos os alunos que usam o transporte escolar deveriam portar uma caderneta, que deveria ser entregue ao motorista do ônibus na ida para a Escola. Estas cadernetas seriam entregues aos professores e só seriam devolvidas ao aluno, dentro da Escola, no horário de saída do ônibus  para casa. Logicamente, quem não assistiu as aulas,  não terá sua caderneta de volta para pegar o ônibus no dia seguinte. O Professor, de posse da caderneta,  saberá que o aluno pegou o ônibus para vir à Escola, mas não compareceu às aulas. Os Pais, sabendo que a caderneta não foi devolvida, saberão que o filho não assistiu as aulas e nem poderá pegar o ônibus no dia seguinte, sem ela. A caderneta retida com o Professor só será entregue aos Pais, com observações. As boas ideias devem ser experimentadas e melhoradas com novas ideias, isso que é trabalhar por um bem comum, sem  partidarismos ou preconceitos. Parabéns, Zito.  Ione, editora do Blog.


 COMENTÁRIO

 Caso a sugestão do Diretor Zito seja acatada e  experimentada, acho que o motorista do ônibus deveria ter um auxiliar para manter a disciplina, mesmo porque ele deve estar atento à direção do veículo. Esta nova medida poderá gerar bate-boca e até violência de ambas as partes. Mas, quando os problemas são drásticos, as soluções, inicialmente, deverão ser drásticas também ou não darão resultado. É lógico que vão acontecer reações contrárias, eles vão procurar novas formas de burlar o esquema, até mesmo a caderneta, a carteirinha ou o crachá, mas devemos estar atentos, criando novas formas de manter tudo funcionando. Infelizmente, não existem soluções milagrosas, na base das tentativas e erros, vamos fazendo o que for possível, o que não podemos é desanimar nas primeiras dificuldades e muito menos deixar como está. Contamos agora com a colaboração dos Pais e Professores nesta luta para a volta dos alunos à Escola. Ione, editora do Blog. 

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